Acidente ocupacional na Odontologia: o que fazer

Saúde e Bem-estar

O consultório odontológico é um ambiente que expõe o profissional à diversos riscos ocupacionais, pois exige do cirurgião-dentista uma interação constante com materiais biológicos, patógenos, agentes químicos, equipamentos, instrumentais, etc, sem contar as questões relacionadas a ergonomia, volume de trabalho e estresse, o que a longo prazo podem desencadear distúrbios, tanto físicos como emocionais. 

Visto a grande quantidade de riscos no ambiente odontológico, não é raro que ocorram acidentes ocupacionais, principalmente envolvendo instrumentais perfurocortantes e exposição à fluídos biológicos. Portanto, é importante que profissionais e equipe estejam preparados para agir em eventuais ocorrências. 

Ao longo da matéria vamos compreender os múltiplos riscos no ambiente odontológico e a diferença entre acidente de trabalho e doença ocupacional, abordar acidentes e condutas a serem seguidas envolvendo o dentista, a equipe e, dependendo do caso, o paciente.

Riscos ocupacionais na Odontologia 

Em 2019, o site de notícias Business Insider realizou um levantamento sobre as 32 profissões mais perigosas para a saúde, considerando um universo de quase mil profissões dos EUA. 

Levando em conta os inúmeros riscos diários como exposição à doenças ou infecções, exposição à radiação e tempo em que passam sentados, as profissões relacionadas à Odontologia ocuparam as três primeiras posições, estando a de cirurgião-dentista na segunda posição entre as mais perigosas para a saúde. 

Assim, quando falamos em riscos ocupacionais, estamos considerando um conjunto de condições que podem causar algum dano à saúde do profissional em âmbito odontológico. 

De acordo com a Norma Regulamentadora de Medicina e Segurança do Trabalho, os riscos ocupacionais aos quais os profissionais da área odontológica estão sujeitos, no exercício da profissão, são classificados em ergonômicos, mecânicos, físicos, químicos e biológicos. 

A seguir, vamos conferir as principais diferenças entre eles: 

Riscos Ergonômicos: As atividades realizadas no consultório são caracterizadas por longas jornadas de trabalho, movimentos repetitivos, postura incorreta, etc., gerando grande desgaste físico e podendo acarretar diferentes distúrbios musculoesqueléticos. Desse modo, são grandes os riscos ergonômicos para dentista e equipe odontológica. 

Riscos Mecânicos: são os riscos que envolvem agentes mecânicos ou que podem causar acidentes no consultório odontológico, como espaço inapropriado, elementos hidráulicos e elétricos improvisados, riscos de incêndio, equipamentos e materiais com defeito ou impróprios, ausência de EPI, bem como acidentes envolvendo instrumentais perfurocortantes.  

Riscos Físicos: trata-se da exposição do dentista e equipe odontológica a elementos físicos, como: vibrações, ruídos, radiação, umidade, iluminação, temperaturas extremas, etc., sendo os equipamentos odontológicos como peças de mão, compressores, raio x, laser e fotopolimerizadores, dentre outros, os principais agentes causadores. 

Riscos Químicos: caracteriza-se pela exposição dos profissionais à fatores químicos como gases, vapores, poeira, mercúrio, e materiais químicos de diversos tipos. Em ambiente odontológico, podemos considerar como agentes causadores uma variedade de produtos desinfetantes (hipoclorito, clorexidina), amálgama, bem como ionômeros, resinas, luvas descartáveis, que devido à utilização diária podem desencadear alergias e/ou dermatites.  

Riscos Biológicos: a prática clínica expõe os profissionais à agentes biológicos patógenos de diversos tipos, é o caso de fungos, bactérias, vírus, parasitas, entre outros. Acima de tudo, os riscos ocupacionais biológicos são altos, pois podem ocorrer acidentes envolvendo fluídos (sangue, saliva, secreções) potencialmente contaminados. 

Acidente de trabalho X Doença ocupacional  

Dúvidas são comuns quando abordamos questões como risco ocupacional, acidentes de trabalho e doenças ocupacionais na Odontologia. Mas, afinal, qual a diferença entre doença ocupacional e acidente de trabalho? 

Os acidentes de trabalho, como o próprio nome cita, são acidentes que ocorrem no ambiente de trabalho e geram ao profissional um dano físico ou mental. Dentro do consultório odontológico, o mais comum dos acidentes envolve lesões com instrumentais perfurocortantes. 

Já as doenças ocupacionais, que são também consideradas acidentes de trabalho, são doenças adquiridas em razão do ambiente de trabalho ao qual o profissional está inserido, neste caso, o consultório odontológico, podendo ser desenvolvidas tanto pelo exercício da prática odontológica quanto pelas condições do local de trabalho. Um exemplo é a DORT/LER que iremos abordar no próximo tópico.  

Doenças ocupacionais na Odontologia  

Dentre as principais doenças ocupacionais na Odontologia, podemos citar:  

DORT /LER 

Os DORT – Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho são considerados uns dos problemas ocupacionais mais comuns da Odontologia, acometendo grande parte dos profissionais. 

Esses distúrbios nada mais são do que lesões nos músculos e articulações, originadas pela má postura e movimentos repetitivos por longos períodos de tempo, sem pausas. As principais regiões afetadas são costas, ombros, mãos, punhos e braços.  

Se não tratados, os distúrbios podem evoluir para uma LER – Lesão por esforço repetitivo, doença mais severa e de difícil tratamento. 

Algumas medidas para evitar o desenvolvimento de DORT/LER são: 

  • Fazer pausas entre os atendimentos; 
  • Praticar exercícios de alongamento e relaxamento antes, durante e depois da clínica diária; 
  • Intercalar procedimentos que necessitem execução de atividades repetitivas; 
  • Utilizar mobiliário e equipamentos ergonômicos no consultório, como no caso de cadeiras para destro, onde utilizar o pedal no pé esquerdo é o mais indicado;  
  • Não sobrecarregar a agenda de trabalho; 
  • Realizar exercícios de fortalecimento, como fisioterapia e pilates. 

Quer saber mais sobre o tema? Leia um artigo completo! Ergonomia na Odontologia: saiba como prevenir doenças ocupacionais 

PAIR – Perda Auditiva Induzida por Ruído  

Resultante de exposição continua a altos níveis de pressão sonora, a PAIR, também chamada de surdez profissional, é uma doença ocupacional que acomete muitos profissionais da Odontologia.  

Isso se dá devido aos inúmeros ruídos presentes em ambiente odontológico, ao qual o dentista fica exposto. A doença costuma progredir de forma lenta e quase imperceptível.  

Igualmente, além de danos à audição, a PAIR também pode causar graves danos não-auditivos como transtornos neurológicos, distúrbios de sono, dores de cabeça, queda na produtividade, aumento no risco de acidentes, e outros. 

As principais formas de prevenir o desenvolvimento de PAIR incluem: 

  • Exames auditivos periódicos para controle e análise da acuidade auditiva do profissional; 
  • Uso de protetores auriculares quando o ruído é intenso; 
  • Manutenção constante de equipamentos e periféricos odontológicos;
  • Instalação do compressor de ar, de preferência, fora do ambiente clínico. 

Fadiga visual  

Outra doença ocupacional que pode ser percebida ao longo do tempo pelo cirurgião-dentista é a fadiga visual. Trata-se de um distúrbio que afeta os pequenos músculos ligados ao globo ocular, ocasionando esgotamento.  

Ela ocorre devido a prática clínica exigir do dentista o uso intenção da visão, principalmente na fixação e focalização de detalhes na cavidade bucal do paciente.  

Além disso, questões como má iluminação, postura incorreta e uso de refletor de má qualidade também contribuem para o seu desenvolvimento. 

Para prevenir a fadiga visual o dentista pode: 

  • Realizar pausas frequentes entre atendimentos; 
  • Ter uma iluminação adequada na sala clínica, utilizando luz natural e artificial, quando necessário; 
  • Usar refletor odontológico de qualidade; 
  • Ter uma postura adequada durante o atendimento.  

Distúrbios posturais 

Sem dúvidas, o atendimento odontológico traz grandes riscos ergonômicos para os profissionais, um exemplo disso são as inúmeras movimentações, torções e inclinações que o dentista realiza durante os procedimentos para melhor visualização de seu campo de trabalho, dificultando a manutenção de uma postura correta e ergonômica ao longo do expediente odontológico. 

A má postura acaba originando diversos distúrbios posturais como dores na lombar, escoliose, cifose, lordose, e outras mais, o que a longo prazo, se torna um enorme empecilho para a prática odontológica. 

Para prevenir eventuais distúrbios posturais ao longe de sua vida profissional, o cirurgião ou cirurgiã-dentista deve: 

  • Sentar-se com postura correta e ergonômica; 
  • Alongar-se constantemente entre os atendimentos; 
  • Organizar o tempo de consulta, evitando longas consultas na mesma posição; 
  • Fazer pausas entre os procedimentos; 
  • Usar equipamentos ergonômicos.
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Acidentes com materiais perfurocortantes  

Segundo o Observatório Digital de Segurança e Saúde do Trabalho, o principal acidente ocupacional entre profissionais de saúde envolve cortes e lacerações ao manusear objetivos perfurocortantes.  

Sendo considerável o número de materiais perfurocortantes utilizados em procedimentos odontológicos, esse tipo de acidente é comum entre os profissionais da Odontologia.  Estudos sobre o tema apontam, ainda, a agulha anestésica, a cureta periodontal e a sonda exploradora como os principais materiais causadores de acidente. 

No caso da agulha, isso se dá principalmente por se tratar de um dos materiais mais utilizados na clínica, em procedimentos envolvendo anestesias. E ainda por ser comum, porém errôneo, o reencape e desconexão manual de agulhas, prática atualmente proibida pela Norma Regulamentadora – NR 32.  

Do mesmo modo, o uso constante de instrumentos perfurocortantes em procedimentos numa área com restrita visualização como a cavidade bucal, torna ainda maior o risco de eventuais lesões. 

Enfim, o manejo de instrumentais trata-se de um ponto de atenção para qualquer cirurgião-dentista, ASB, TSB e estudante de odontologia, seja durante o atendimento ou em rotinas de limpeza e desinfecção de instrumentais.

Produtos de biossegurança para consultório odontológico na dental speed

São inúmeros os fatores que podem ocasionar um acidente com material perfurocortante. Dentre eles podemos considerar: 

  • Falta de atenção; 
  • Desleixo; 
  • Grande carga de trabalho; 
  • Esgotamento físico; 
  • Cansaço; 
  • Falta de conhecimento sobre biossegurança
  • Ausência de uso de EPI; 
  • Recursos precários no ambiente de trabalho. 

Confira no vídeo a seguir os principais erros e acertos na lavagem de instrumentais odontológicos

Acidentes com Material Biológico 

Acidentes envolvendo exposição a fluidos de paciente são frequentes na prática Odontológica. Ao estarem em contato com material biológico, os profissionais correm riscos de contaminação por doenças que oferecem risco à vida, como as hepatites B e C e a síndrome da imunodeficiência adquirida (HIV), entre outras patologias. 

Leia mais sobre o alto risco de Hepatite na Odontologia! 

A contaminação pode ocorrer pelo contato direto da pele e/ou mucosas com o material biológico, via aerossóis, agulhas, sondas e demais perfurocortantes, ou ainda instrumentos não esterilizados corretamente.   

Sabe se ainda que a maior parte dos casos de acidentes envolvendo contaminação por material biológico envolvem materiais perfurocortantes, seja no descarte incorreto destes materiais, ou durante procedimentos cirúrgicos, odontológicos e laboratoriais.  

Dessa forma, devido ao grande risco contra a saúde, acidentes envolvendo exposição a material biológico precisam ser evitados a todo custo.  

Para prevenir sua ocorrência no consultório odontológico, uma combinação de fatores pode ser colocada em prática, incluindo rotinas de biossegurança, organização profissional, aprimoramento da prática odontológica pelos profissionais, jornadas de trabalho coerentes, instalações físicas biosseguras, utilização obrigatória de EPIs, etc.  

Sendo esta última uma das principais medidas de prevenção, podemos considerar o uso dos seguintes EPIs essenciais: 

  • Luvas de procedimento; 
  • Óculos de proteção ou faceshield; 
  • Gorro ou touca odontológica; 
  • Máscara descartável.  

Além disso, não podemos esquecer das vacinas, fundamentais para os profissionais que atuam no atendimento ao paciente.

Condutas pós-exposição a material biológico  

Todavia, ainda que diversas medidas sejam efetuadas a fim de impedir esse tipo de ocorrência, sabemos que alguns acidentes são mais difíceis de ser evitados.  

Portanto, é primordial que a equipe odontológica esteja preparada e ciente da conduta a ser seguida em caso de exposição à material biológico, incluindo cuidados imediatos, tratamento e acompanhamento pós-exposição. 

Considerando que muitas vezes o paciente não tem ciência de sua condição positiva para a doença ou não a relata, precisamos tratar qualquer fluido com o qual o acidentado teve contato com potencialmente contaminado, incluindo a saliva. 

Sendo assim, todo acidente de trabalho que envolve fluidos potencialmente contaminados é considerado uma emergência médica, pois as medidas profiláticas (principalmente a Profilaxia Pós-Exposição ao vírus do HIV que deve ser feita de 2-6 horas após o acidente, e no máximo em 72h após) precisam ser iniciadas o mais breve possível após a exposição.  

De acordo com o ministério da saúde, em casos de exposição a material biológico durante o atendimento odontológico, recomenda-se a seguinte conduta: 

  1. O profissional acidentado deve parar as suas atividades imediatamente após o acidente e identificar o local exposto; 
  1. No caso de lesões em pele, deve-se realizar a lavagem abundante do local exposto com água e sabão, sem esfregar. Seguido de um curativo oclusivo; 
  1. Em casos de exposição da mucosa (olhos, boca, nariz) ao fluido potencialmente infectado, deve ser feita a lavagem exaustiva com soro fisiológico; 
  1. Em casos de acidentes durante o atendimento odontológico, o atendimento deve ser finalizado por outro profissional, e ao final, a equipe deve explicar ao paciente (paciente-fonte) sobre o ocorrido e solicitar sua total colaboração nos procedimentos pós-exposição. 

*Ao paciente: 

  • Comunique o paciente sobre o acidente durante o atendimento envolvendo o contato com seus fluídos biológicos; 
  • Explique que isso é considerada uma emergência odontológica e que, seguindo as orientações do Ministério da Saúde, existe um procedimento padrão que deve ser executado e inclui a participação do paciente; 
  • Saliente que esse procedimento serve para garantir que o profissional acidentado tenha uma correta profilaxia pós-exposição; 
  • O procedimento executado será confidencial e não terá custos para o paciente; 
  • Por fim, deve-se pedir autorização por escrito ao paciente sobre a realização dos exames necessários (teste rápido de HIV, Anti-HBc, Anti-HCv, etc). Lembrando que o paciente não é obrigado a aceitar, nestes casos. 
  1. O acidentado e o paciente-fonte devem ser levados a uma unidade de pronto- atendimento para a realização dos procedimentos profiláticos pós-exposição que incluem testagem de patógenos do paciente-fonte e acidentado, avaliação do acidentado, tipo de material biológico evolvido no acidente, tempo de ocorrência do acidente, dentre outros procedimentos.  

Importante citar que, quando o acidente ocorre sem a presença do paciente e não se sabe de quem é o material biológico, por exemplo, ao realizar o descarte incorreto de material perfurocortante potencialmente contaminado, em acidentes em local de expurgo, ou até mesmo em casos em que o paciente-fonte não aceita colaborar com as medidas de profilaxia pós- exposição, a conduta a ser tomada deve ser a mesma citada anteriormente, no que diz respeito à higiene de pele e/ou mucosas.  

Na sequência, o acidentado deverá ser levado o mais breve possível à unidade de atendimento para realização de exames e terapia medicamentosa estabelecidos nos casos em que o paciente-fonte é desconhecido.  

Por fim, o responsável pelo consultório deve realizar as notificações do acidente, mediante o preenchimento de ficha de notificação do Sinan (Portaria n.º 777) e, se for o caso, realizar o registro do acidente em CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho).

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E se você gostou do conteúdo, aproveite e compartilhe com um colega de profissão, dessa forma mais profissionais saberão quais medidas tomar em caso de acidente ocupacional na Odontologia.

Fontes:  

O QUE fazer em caso de Acidente Ocupacional envolvendo exposição a material biológico em Ambiente Odontológico? Blog Cristófoli, [S. l.], p. 1-1, 27 set. 2019. Disponível em: https://www.cristofoli.com/biosseguranca/o-que-fazer-em-caso-de-acidente-ocupacional-envolvendo-exposicao-a-material-biologico-em-ambiente-odontologico/. Acesso em: 5 abr. 2022. 

Nogueira SA, Bastos LF, Costa ICC / UNOPAR Cient., Ciênc. Biol. Saúde. 2010;12 

SAÚDE lidera acidentes de trabalho no Brasil. MEDICINA S/A, [S. l.], p. 1-1, 29 abr. 2019. Disponível em: https://medicinasa.com.br/saude-acidentes-de-trabalho/. Acesso em: 4 abr. 2022. 

THE 32 most dangerous jobs for your health. INSIDER, [S. l.], p. 1-1, 8 mar. 2019. Disponível em: https://www.businessinsider.com/most-dangerous-jobs-for-your-health-2019-3. Acesso em: 5 abr. 2022. 

Martins, M.E.S., Fernandes, T.C.B. e Lyrio-Alvares, M.C.N. 2020. Estudo dos acidentes com instrumentos perfurocortantes em clínica de graduação em odontologia. Revista da Faculdade de Odontologia de Porto Alegre. 61, 1 (ago. 2020), 59–66. DOI:https://doi.org/10.22456/2177-0018.99718. 

OLIVEIRA, Tatiana de Cássia Viana Pereira . Riscos ocupacionais na prática odontológica. Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Medicina. Núcleo de Educação em Saúde Coletiva . Corinto, 2011. 30f.Monografia (Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família). 

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VIDEOAULA- Riscos Biológicos – Parte 4 – Acidentes com material biológico. Intérprete: Mario Paulo. Youtube: [s. n.], 2017. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Kgtef3aATME. Acesso em: 5 abr. 2022. 

Garcia LP, Blank VLG. Condutas pósexposição ocupacional a material biológico na Odontologia. Rev Saude Pública. 2008;42(2):279-86. 

SILVA, Inês Ariane Gomes da et al. biossegurança NA PREVENÇÃO DE ACIDENTES OCUPACIONAIS NA Odontologia: UMA REVISÃO DE LITERATURA. In: Conexão Fametro 2018 – Fortaleza/CE, 2018. Disponível em: <https://www.doity.com.br/anais/conexaofametro2018/trabalho/71112>. Acesso em: 06/04/2022 às 10:39 

dentista MINUTO #55: ACIDENTES COM PERFUROCORTANTES. Odontodivas, [S. l.], p. 1-1, 13 mar. 2018. Disponível em: https://odontodivas.com/2018/03/dentista-minuto-55-acidentes-com-perfurocortantes.html. Acesso em: 5 abr. 2022. 

Redatora em Blog Dental Speed
Formada em Administração pela Estácio, especialista em Marketing e redação técnica na área odontológica.
Gabrielli Nery Wandscheer
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