Autores:
Aline S. Q. Almeida, Deny M. Trevisani, Thaisa T. Oliveira, Natália S. Kusuke, William E. Pirola, Hélio M. Tanimoto e Karina S. M. Macari.

Introdução:
A incidência de complicações orais da terapia quimioterápica em crianças varia consideravelmente. A probabilidade de a quimioterapia afetar a cavidade oral é maior quanto mais jovem for o paciente. Estudos apontam que crianças são mais propensas para o desenvolvimento de sequelas orais em relação aos adultos. Além da idade, a condição de saúde oral, o nível de higiene bucal antes e durante a terapia antineoplástica, o grau de malignidade, o tipo, a dosagem e a duração do agente quimioterápico, são fatores determinantes para a severidade das complicações bucais.

As lesões na cavidade oral são as mais frequentes complicações da quimioterapia antineoplástica, pela alta sensibilidade das estruturas orais aos efeitos citotóxicos dos quimioterápicos. A mucosite é o efeito colateral mais comum, sendo que a prevalência de mucosite oral (MO) quimioinduzida varia de 30 a 75%, dependendo do tipo de tratamento.A MO é uma manifestação que afeta a capacidade do paciente de se alimentar, falar e realizar atividades diárias, incluindo promover a própria saúde bucal.

O objetivo deste estudo é mostrar que o cirurgião dentista apresenta um papel importante no diagnóstico das manifestações bucais e no controle dos sintomas das complicações orais advindas da quimioterapia. Neste caso clínico utilizou-se a Laserterapia de Baixa Intensidade (LBI) no tratamento e na prevenção da mucosite oral, associada a manutenção rigorosa da higiene oral, em paciente submetido a altas doses de quimioterapia com 5-fluorouracil e cisplatina.

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