Harmonização Orofacial na Odontologia

Conteúdo Especial

O papel da Odontologia nos procedimentos de Harmonização Orofacial!

Nunca se ouviu tanto o termo Harmonização como nos últimos anos e isso se deve à popularização dos procedimentos nos consultórios dos Dentistas, que ocupam uma fatia significante quando o assunto é perfil em redes sociais. E, pelo grande número de informações sobre isso sendo publicadas diariamente, talvez as pessoas tenham uma noção bem superficial da nossa atuação nesses procedimentos.

Essa democratização das técnicas associada ao grande número de profissionais Odontólogos no Brasil aplicando em seus pacientes esses conhecimentos, também, foi motivo de brigas judiciais entre as classes Médica e Odontológica. E, para completar as polêmicas sobre o assunto, em janeiro deste ano o CFO emitiu nota, fazendo da Harmonização Orofacial uma especialidade da Odontologia.

Chamamos de Harmonização Orofacial o conjunto de procedimentos responsáveis pelo equilíbrio estético e funcional da face, tornando mais simétricos e atrativos os terços faciais.

Diversos são os procedimentos onde o CD está apto a restabelecer a autoestima dos pacientes. Ao contrário do que muitos pensam, vamos além da aplicação de toxina para amenizar linhas de expressão.

Pela Lei 5081/1966, que regulamenta o exercício da Odontologia no Brasil, diz que compete ao CD aplicar e prescrever fármacos de uso interno e externo, indicadas em Odontologia. E a resolução n° 176/2016 considera:

– o fato de podermos prescrever e aplicar fármacos;

– a pele fazer parte da face e o CD atuar em face em drenagens de abscessos;

– ação do CD superior ao osso hioide;

– a Acupuntura (especialidade Odontológica) atua em pele, tecidos subcutâneos e músculos;

– não há legislação que proíba o CD de atuar em procedimentos estéticos;

– as aplicações de Toxina e Preenchedores são consideradas procedimentos cirúrgicos;

– o conceito de Saúde, pela OMS, não diz respeito somente à ausência de doença, mas sim um bem-estar físico, emocional, social e psicológico.

Todas essas questões justificam as práticas de procedimentos estéticos em consultório dentário.

As novas regulamentações do CFO permitem maior divulgação da nossa área de atuação e fato da HOF ser considerada uma especialidade faz com que os cursos melhorem a carga horária e o conteúdo para formação completa do profissional.

A questão do antes/depois nessa área continua confusa, permanecendo proibidas as publicações com a utilização do termo comparativo e sem a identificação do CD e seu registro profissional. Por se tratar de uma Lei Federal, a mudança do nosso código de ética ainda depende de representatividade política. Portanto Colegas, cuidado com a exibição dos trabalhos de vocês para evitarem ações judiciais.

A Lei do bom senso continua valendo! Cabe sempre ao dentista o entendimento das necessidades e expectativas dos pacientes, sem renegar a importância do tratamento multidisciplinar e a eventual necessidade da indicação de outros profissionais ao paciente.

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